(carta ao Serôdio)
Serôdio, querido
Atendendo à minha intrínseca incapacidade de conquista de um relacionamento amoroso que me complemente… Quero um gato!
Terei uns olhos à minha espera.
Sentirei o toque de um embrulharem-se-me nas pernas.
Pular do chão para a cadeira. Pular para a mesa. Pular para o colo.
Pular!
Pular porque se está feliz.
Escutarei sussurros e passos que vêm para mim.
Farei cumplicidades nos silêncios.
Serôdio, querido
Assim como assim, a tua marca em mim é profunda. Inalienável.
O gato, tal como tu, não tem projectos nem sonha...
P.S.
Serôdio, querido
Escolhi uma raça híbrida – Ragdoll
("Soledad", para ouvir ... )
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domingo, 14 de novembro de 2010
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