Nem na voz melodiosa e trémula dos idosos o “Ó Filha…” me soa terno.
Nem numa conversa de amigas ou entre mulheres, um “Ó Filha!” me deixa sem prurido.
E se acaso o brinde do “Ó Filha!” é proferido por indivíduo do sexo masculino?
Pronto! Estou perante o meu calcanhar de Aquiles!
(provavelmente, sobre isto será Freud que explica…)
Está o caldo entornado!!!!
O homem morto.
“Ó Filha”… (era) só para o meu Pai.
P.S. - Obviamente que há o “Ó Filha…” dito, redito, nredidito pela senhora minha mãe que de tão dito, com as entoações mais diversas… é bênção.
(imagem da net)
