A casca do meu ovo é a minha casa, a minha família, a gente que faço minha, a gente a que me dou.
Sair do meu ovo sem lhe perder a casca, buscar ser autêntica - é mar de tormentas… Adamastor, à vista!
E por vezes, sinto-lhe o cansaço.
“Um supremíssimo cansaço. Íssimo… íssimo… íssimo…. Cansaço... “
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Tenho-me por “saltimbanco” nestas coisas, não desisto fácil de pinchos e espernear.
Mas preciso de um dia, dois dias, de descanso… para olhar o Tejo.
