Agora, que a época é para reflexão e balanço.
Tenho um baraço na memória.
Olhar o que passou e com lápis e folha de papel desenhar um projecto.
E eu com um baraço nas mãos e nos olhos.
Quando, supostamente é para deixar para trás ou deitar fora os cacos, para um início sem apegos, carrego as “gavetas desarrumadas”, os “livros abertos”, as “frases começadas”, as “ideias perras”.
E um baraço no meu querer.
Virá o tempo, que não o do calendário em que o baraço desata.
Não sou capaz de mais que desejar-vos um 2010 cheio de Esperança.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Os meus postais de Natal
Este fim de semana ao folhear um álbum de fotografias da minha infância, tive uma ideia (viciei-me em ter ideias...).
Vocês são importantes para mim, fazem parte da minha esfera redondinha.
Não conheço a maioria, mas a minha imaginação é como um corcel, corre, galopa e até é alada… voa!!!
Assim, faço-vos o “desenho” ... isto é, tento!
Então...
Tcham…
Tacham…
TachamTTTacham!!!!
A modos como um mimo de Natal, para cada um de vós...
… deixo-vos uma fotografia de quando eu era pequenina, com uma qualquer particularidade, que eu, por um meu qualquer click, identifico convosco.
Clicar em "Veja Todas as Imagens"
Vocês são importantes para mim, fazem parte da minha esfera redondinha.
Não conheço a maioria, mas a minha imaginação é como um corcel, corre, galopa e até é alada… voa!!!
Assim, faço-vos o “desenho” ... isto é, tento!
Então...
Tcham…
Tacham…
TachamTTTacham!!!!
A modos como um mimo de Natal, para cada um de vós...
… deixo-vos uma fotografia de quando eu era pequenina, com uma qualquer particularidade, que eu, por um meu qualquer click, identifico convosco.
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Porque amanhã é 2ª feira…
Por dentro...
A inquietude do vai-vem da minhoca entre o estômago e a barriga.
O matraquear das tenazes do caranguejo, junto ao tic-tac do coração.
Nos pulmões, o gato que aperta os bofes.
Por dentro, do de fora...
A jarra de vidro a cair, quasi a desfazer-se em pedaços e que continua suspensa no ar a dois palmos do desejado estilhaçar.
O nó frouxo que ata, que não une nem sufoca mas amarra.
Mais por dentro, do por dentro...
Um mergulho profundo e longo que se deseja até depois de amanhã.
Emergir em outras águas.
Ou
glup..
…glup….
….gluuuup…
glup!
A inquietude do vai-vem da minhoca entre o estômago e a barriga.
O matraquear das tenazes do caranguejo, junto ao tic-tac do coração.
Nos pulmões, o gato que aperta os bofes.
Por dentro, do de fora...
A jarra de vidro a cair, quasi a desfazer-se em pedaços e que continua suspensa no ar a dois palmos do desejado estilhaçar.
O nó frouxo que ata, que não une nem sufoca mas amarra.
Mais por dentro, do por dentro...
Um mergulho profundo e longo que se deseja até depois de amanhã.
Emergir em outras águas.
Ou
glup..
…glup….
….gluuuup…
glup!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Uma praga...
Não gosto dos sacos de plástico, tipo supermercado.
Abro o porta-bagagem e... orelhudos lá estão eles a ocupar todo o espaço.
… ou se pende para o lado direito por causa de um deles, que é azul é está bem cheio…
… ou se descai para o lado esquerdo, por causa de um que é rosa com letras gorduchas, de mais um amarelito pálido quase a esvair-se e de mais um outro, branco com uns borrões de tinta a anunciar que o melhor do mundo está ali…
… ou então, qual fiel de balança, tentamos o equilíbrio entre os delambidos dos ditos cujos, sempre orelhudos, sempre deformados, sempre engelhados, sempre com aquele barulhinho irritante do ptchi… ptchi… ptchi…. qrichhhhhhhh… terrekkkk…..
E ainda gosto menos deles, depois.
Inteiros ou pedaços, esvoaçam pelas ruas.
Agarram-se que nem lapas nos passeios.
Há sempre um que se enrosca em nós.
Enchem-nos deles, dão-nos sacos de plástico que duram, duram, duram..........
Abro o porta-bagagem e... orelhudos lá estão eles a ocupar todo o espaço.
… ou se pende para o lado direito por causa de um deles, que é azul é está bem cheio…
… ou se descai para o lado esquerdo, por causa de um que é rosa com letras gorduchas, de mais um amarelito pálido quase a esvair-se e de mais um outro, branco com uns borrões de tinta a anunciar que o melhor do mundo está ali…
… ou então, qual fiel de balança, tentamos o equilíbrio entre os delambidos dos ditos cujos, sempre orelhudos, sempre deformados, sempre engelhados, sempre com aquele barulhinho irritante do ptchi… ptchi… ptchi…. qrichhhhhhhh… terrekkkk…..
E ainda gosto menos deles, depois.
Inteiros ou pedaços, esvoaçam pelas ruas.
Agarram-se que nem lapas nos passeios.
Há sempre um que se enrosca em nós.
Enchem-nos deles, dão-nos sacos de plástico que duram, duram, duram..........
Algures da Net....
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