… quando as fronteiras do reino estão definidas, algumas conquistas seguras e supostamente chega o usufruir de subir à torre de menagem e olhar embevecida o príncipe herdeiro no seu reino além.
… quando a espada é colocada no colo.
… quando a capa do tempo, dá o tempo para a rainha desenhar-se no espelho.
Eis que os ciclos do reino se quebram!
Os relógios anunciam-se a girar ao contrário…..
Revolver-se.
Recomeçar.
Sabe a rainha cozer meias, fazer açorda, lavar chão, cantarolar no corredor do supermercado e ao subir a Avenida da Liberdade….
mas agora, que já não na flor da idade, desejava a banalidade de uma mordomia.
Algum dia lhe vai tocar uma nuvem azul celeste ou uma bola multicor?
