Alegram-me as cores.
Abranjo a quietude do simples, fico dispersa na euforia da cor.
Gosto de dar colo. É um tempo em que me sinto no colo.
A carícia inocente do colo.
Cheia e sôfrega!
Gosto do grande, gosto até do muito grande.
De peças grandes numa sala; o “um só” que complementam.
Mas, contraditoriamente, sinto os meus passos pequenos… pequeninos.
Há espaços que não sei como olhar, como percorrer.
Não lhe sei o Norte.
Não sei…..
Vou dar um piparote na estrela que não sei acender.
Sempre que desaparece uma estrela forma-se um buraco negro….
Suponho, fica mais espaço no céu.
(imagem da net)

